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Lula da Silva recusa ver cimeira de Copenhaga como um fracasso

PÚBLICO, 28 de Dezembro de 2009

Para Lula da Silva, a ONU continua a ser o local apropriado para que a discussão sobre o clima
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Jornalistas acompanham o discurso do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, esta manhã na conferência de Copenhaga. Os líderes mundiais tentam romper o impasse, a escassas horas do encerramento do encontro. Foto: Ints Kalnins/Reuters

Vários países já disseram o que estão dispostos a fazer para combater as alterações climáticas
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O Presidente brasileiro Lula da Silva e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmaram hoje numa conversa telefónica que a cimeira de Copenhaga (7 a 18 de Dezembro) sobre alterações climáticas foi positiva e recusaram falar em “fracasso”.

Lula e Ban Ki-moon admitiram que a cimeira não terminou com o progresso esperado mas não vão tão longe como vários líderes internacionais que a classificaram de “fracasso”, noticia a “Folha de São Paulo” online. O Presidente norte-americano, Barack Obama, já considerou “justificada” a decepção com os resultados e o ministro do Ambiente sueco, Andreas Calgren, lamentou o “desastre” e o “grande fracasso” da reunião.

O Presidente brasileiro considera que o “quase-acordo” foi o melhor resultado possível e diz esperar que na conferência do México, no final de 2010, as metas climáticas sejam mais claras.

Numa conversa telefónica que durou cerca de dez minutos, ambos trocaram pontos de vista sobre a cimeira e questões climáticas.

Para Lula da Silva, a ONU continua a ser o local apropriado para que a discussão sobre o aquecimento global seja tratada institucionalmente.

Depois de 13 dias de negociações, a cimeira de Copenhaga terminou com um acordo muito longe do que se ambicionava. Ao invés de um novo tratado contra o aquecimento global, legalmente vinculativo e adoptado por todos os países da ONU, tudo o que emergiu do encontro foi um acordo voluntário, para já subscrito por algumas nações.




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