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Proposta para Copenhaga fixa corte de emissões globais em 50 por cento até 2050

PÚBLICO, 30 de Novembro de 2009

Emissões devem atingir o máximo em 2020 e começar a descer a seguir, segundo a proposta
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Jornalistas acompanham o discurso do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, esta manhã na conferência de Copenhaga. Os líderes mundiais tentam romper o impasse, a escassas horas do encerramento do encontro. Foto: Ints Kalnins/Reuters

Vários países já disseram o que estão dispostos a fazer para combater as alterações climáticas
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A Dinamarca tem uma proposta de acordo para a cimeira de Copenhaga que fixa em 50 por cento o corte nas emissões globais de gases com efeito de estufa até 2050. Alguns detalhes do texto foram hoje divulgados por agências internacionais, mas o governo dinamarquês apressou-se a dizer que diferentes opções estão neste momento a ser discutidas.

A meta de redução de 50 por cento não é nova e já mereceu acordo dos países do G8, em Julho passado. Mas não há um consenso internacional sobre o assunto e a definição de um valor para as emissões globais é um dos pontos que estará em discussão na conferência das Nações Unidas sobre alterações climáticas, de 7 a 18 de Dezembro, na capital dinamarquesa.

Segundo as agências Reuters e AFP, a proposta de texto preparada pela Dinamarca fixa que os países desenvolvidos devem ser responsáveis por 80 por cento da redução das emissões até 2050. O texto ainda sugere que 2020 seja estabelecido como o ano a partir do qual as emissões totais de gases com efeito de estufa no mundo devem começar a cair.

A proposta foi prontamente criticada pela Índia, um dos países que mais tem rejeitado qualquer tipo de metas obrigatórias de redução de emissões para o mundo em desenvolvimento. Segundo o ministro do Ambiente indiano, Jairam Ramesh, se o texto for posto sobre a mesa, a cimeira de Copenhaga entrará “num beco sem saída”.

Connie Hedegaard, ministra dinamarquesa que presidirá à cimeira de Copenhaga, refuta que haja uma única proposta. “O Governo dinamarquês está a consultar vários países, tanto bilateralmente, como unilateralmente, e diferentes opções estão a ser discutidas e testadas”, afirma, numa nota escrita enviada a agências internacionais.

“As consultas nesta fase final (...) estão a ser feitas numa base diária, mas as negociações não se iniciarão antes da próxima semana”, acrescenta Connie Hedegaard.




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