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Costa da Galiza oferece as melhores condições para a produção de energia de ondas

PÚBLICO, 26 de Novembro de 2009

O sistema Pelamis em montagem em 2006
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Jornalistas acompanham o discurso do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, esta manhã na conferência de Copenhaga. Os líderes mundiais tentam romper o impasse, a escassas horas do encerramento do encontro. Foto: Ints Kalnins/Reuters

Vários países já disseram o que estão dispostos a fazer para combater as alterações climáticas
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A Costa da Morte e a Estaca de Bares, na Corunha, Galiza, são os dois locais da Península Ibérica para produzir energia com recurso às ondas, afirmam dois estudos da Universidade de Santiago de Compostela publicados na edição deste mês das revistas científicas “Energy” e “Renewable Energy”.

Segundo os estudos, a potência da região em termos energéticos é de 50 kilowats por metro cúbico de água. “Este potencial diminui à medida que nos aproximamos do País Basco, com 25 kilowatts e à medida que nos desviamos para Sul, pelo Atlântico”, disse Gregório Iglesias, co-autor de ambos os estudos.

Os estudos são os primeiros feitos para este fim, tendo como base a região da Galiza e recolheram informação entre 1958 e 2001. os investigadores lembram o potencial da energia das ondas e das renováveis no sentido de reduzir os gases de efeito de estufa e cumprir o protocolo de Quioto, a poucos dias da Cimeira de Copenhaga.

Portugal fez já duas tentativas para instalar centrais de energia de ondas em Portugal, um na ilha doPico, mas que não passou da fase experimental e outro na Póvoa de Varzim, o sistema Pelamis, em fase de instalação mas a braços com problemas técnicos.

Espanha também ainda não conta com nenhuma central deste tipo, apesar de existirem dois projectos-piloto em Santoña (Cantabria) e Mutriku (Guipuzcoa).




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