• 27 de Mar de 2026
  • 10º - 13º Lisboa
Público Online Público Online copenhaga homepage

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Líderes da Ásia Pacífico recuam nas intenções de reduzir emissões de gases com efeito de estufa

15 de Novembro de 2009

Os líderes da Ásia-Pacífico apenas garantiram que irão cortar "substancialmente" as suas emissões
Envie a um amigo Imprimir Diminuir tamanho do texto Aumentar tamanho do texto
Bookmark and Share
Jornalistas acompanham o discurso do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, esta manhã na conferência de Copenhaga. Os líderes mundiais tentam romper o impasse, a escassas horas do encerramento do encontro. Foto: Ints Kalnins/Reuters

Vários países já disseram o que estão dispostos a fazer para combater as alterações climáticas
Publicidade textual

 

Os líderes dos países da Ásia e do Pacífico recuaram no objectivo de reduzir a metade as emissões de gases com efeito de estufa até 2050. Em vez disso, preferem limitar-se a dizer que irão cortar "substancialmente" as emissões. Segunda-feira, 40 ministros do Ambiente vão encontrar-se em Copenhaga para tentar salvar a conferência climática da ONU marcada para Dezembro na capital dinamarquesa, com o objectivo de negociar um sucessor para o protocolo de Quioto.

Os 40 ministros, que incluem os da China e dos Estados Unidos, os dois países que mais emitem gases com efeito de estufa para a atmosfera, estarão reunidos durante dois dias, num hotel, para tentar sair do impasse que ameaça fazer redundar a conferência num fracasso.

As perspectivas tornaram-se especialmente negras depois dos resultados da reunião da organização de Cooperação Económica Ásia-Pacífico (APEC). Os 19 líderes disseram esta madrugada ser muito improvável que se alcance um pacto climático duro e vinculativo na conferência marcada para 7 a 18 de Dezembro, em que se negociará um sucessor do protocolo de Quioto para a redução das emissões de gases com efeito de estufa, que termina em 2012.

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deu o seu apoio ao chamado Plano B da diplomacia dinamarquesa, um plano em duas fases, destinado a impedir um fracaso total da conferência de Copenhaga: a ideia é que em Dezembro se procurem apenas compromissos de princípio, deixando os acordos vinculativos para mais tarde, e dando mais tempo para os países se entenderam quanto aos necessários cortes nas emissões de gases com efeitos de estufa e quanto às compensações económicas feitas aos países mais pobres. E dando também tempo aos Estados Unidos para aprovar legislação nesse sentido.

Como sublinha a Reuters, ainda que o debate no seio da APEC não faça parte das negociações promovidas pelas Nações Unidas, o entendimento a que os 21 países da organização chegarem é crucial, uma vez que são responsáveis por 60 por cento desse tipo de poluição. A reunião de Singapura foi o último grande encontro internacional antes da cimeira de Copenhaga.

A Coreia do Sul deu um passo importante, ao aceitar diminuir até 2020 as suas emissões para níveis quatro por cento inferiores aos de 2005, noticiou também a Reuters. Os EUA e o Japão concordaram em baixar as suas emissões em 80 por cento até 2050, mas não houve referência ao momento que deve servir como termo de comparação.




Limite de 1200 caracteres

Anónimo

Botão enviar comentário
Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados. Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.

 

MAIS NOTÍCIAS