Os ministros das Finanças do G-20, reunidos hoje em St. Andrews, na Escócia, exigiram um acordo climático “ambicioso” na conferência de Copenhaga, mas revelaram divergências quanto ao financiamento do combate às alterações climáticas.
A um mês do início da cimeira de Copenhaga, onde em Dezembro a comunidade internacional ambiciona chegar a acordo sobre o sucessor do Protocolo de Quioto, que expira em 2012, o Reino Unido apelou ao grupo das 20 maiores economias do planeta para chegarem a acordo sobre a forma de financiar os países pobres para reduzirem as suas emissões de gases poluentes. “Estamos comprometidos em agir para enfrentar a ameaça das alterações climáticas e contribuir para um resultado ambicioso em Copenhaga”, lê-se na declaração final, aprovada hoje pelos ministros e presidentes dos bancos centrais do G-20.
“Discutimos as opções de financiamento das alterações climáticas e foi reconhecida a necessidade de se aumentar de maneira significativa e urgente a escala e previsibilidade deste tipo de financiamento para implementar um ambicioso acordo internacional”, acrescenta a declaração final.
Apesar do consenso existente em torno da necessidade de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) e de se adoptarem medidas ambiciosas para controlar o fenómeno climático, o bloco dos principais países desenvolvidos e emergentes não conseguiu chegar a acordo sobre o valor da ajuda a disponibilizar, nem sobre as modalidades desse financiamento.
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