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Clima: Gordon Brown apela a sucesso de Copenhaga para evitar uma catástrofe

PÚBLICO, 19 de Outubro de 2009

Brown falava em Londres para os ministros do Ambiente do Fórum das Grandes Economias
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Jornalistas acompanham o discurso do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, esta manhã na conferência de Copenhaga. Os líderes mundiais tentam romper o impasse, a escassas horas do encerramento do encontro. Foto: Ints Kalnins/Reuters

Vários países já disseram o que estão dispostos a fazer para combater as alterações climáticas
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O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, avisou hoje em Londres que o mundo está à beira de um futuro “catastrófico” e que a última oportunidade é o sucesso da cimeira climática das Nações Unidas em Copenhaga, em Dezembro.

Gordon Brown falava num encontro de ministros do Ambiente reunidos do Fórum das Grandes Economias. Os 17 países que fazem parte deste grupo – Austrália, Brasil, Canadá, China, União Europeia, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Coreia do Sul, México, Rússia, África do Sul, Reino Unido e Estados Unidos - são responsáveis por 80 por cento das emissões de gases com efeito de estufa (GEE).

Downing Street está preocupada com a lentidão das negociações, nomeadamente com o financiamento aos países em desenvolvimento, e lembra que “não existe um plano B”.

“Em todas as eras há apenas um ou dois momentos quando as nações se unem e chegam a acordos que fazem História porque mudam o curso da História. Copenhaga deve ser um desses momentos”, comentou Gordon Brown, citado pelo jornal “The Guardian”.

A cimeira de Copenhaga (de 7 a 18 de Dezembro) pretende encontrar um sucessor do Protocolo de Quioto sobre alterações climáticas, que expira em 2012.

“Apelo aos líderes meus colegas que trabalhemos juntos para que cheguemos a um acordo, reconhecendo as nossas responsabilidades comuns e diferenciadas e as dramáticas consequências do fracasso”, disse o primeiro-ministro britânico.
Gordon Brown salientou ainda no seu discurso que a ameaça não pende apenas nos países mais pobres. O Reino Unido, por exemplo, enfrenta inundações, secas e vagas de calor, como a de 2003 na Europa. “De acordo com as tendências actuais, um evento como esse poderá tornar-se habitual em Inglaterra dentro de poucas décadas”.

“Nunca devemos perder de vista a catástrofe que enfrentamos se as tendências se mantiverem”. No entanto, considera, “é possível um acordo em Copenhaga”, concluiu.

Esta foi a quinta vez que os membros do Fórum das Grandes Economias se reúnem desde a sua criação.




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