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Kofi Annan diz-se optimista sobre novo plano mundial climático

Reuters, 23 de Junho de 2009

Annan considera as alterações climáticas a maior preocupação ambiental e humanitária desta era
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Jornalistas acompanham o discurso do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, esta manhã na conferência de Copenhaga. Os líderes mundiais tentam romper o impasse, a escassas horas do encerramento do encontro. Foto: Ints Kalnins/Reuters

Vários países já disseram o que estão dispostos a fazer para combater as alterações climáticas
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O antigo secretário-geral da ONU, Kofi Annan, disse hoje na abertura do Fórum Humanitário Global que se sente optimista e acredita que o mundo vai conseguir chegar a acordo sobre um sucessor para o Protocolo de Quioto, com o apoio da administração Obama.

“Todos os anos que adiamos, maior o dano, mais extensa a miséria humana”, disse Annan, 71 anos, a uma sala cheia do Hotel Intercontinental em Genebra.

O encontro de dois dias reúne responsáveis de agências da ONU, representantes de governos e especialistas para debaterem formas práticas para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa (GEE). Annan espera que este encontro sobre “a maior preocupação ambiental e humanitária da nossa era” ajude o caminho até à conferência de Copenhaga, em Dezembro.

“Um novo Presidente e uma nova administração nos Estados Unidos demonstraram a sua seriedade relativamente ao combate contra as alterações climáticas. Uma vez que os Estados Unidos são a maior fonte de emissões, isto aumenta o optimismo para Copenhaga e depois”, comentou.

Mais de 190 países vão reunir-se em Copenhaga para encontrar o sucessor do Protocolo de Quioto, que expira em 2012.

Esforços na área do estímulo económico em Washington, Bruxelas e em todo o mundo, em resposta à crise económica global, trouxeram financiamento às energias “limpas”, abrindo espaço ainda à criação de postos de trabalho e a um desenvolvimento mais sustentável, considerou Annan.

Os países industrializados comprometeram-se com reduções médias de emissões entre os dez e os 14 por cento, em relação aos níveis de 1990. Mas o Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas pede uma percentagem mais elevada, ou seja, entre 25 e 40 por cento, para se conseguir evitar os impactos mais nocivos do aquecimento global.




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