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Japão define meta de redução de emissões poluentes até 2020

Reuters, 12 de Junho de 2009

Aso considerou que esta é uma meta extremamente ambiciosa
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Jornalistas acompanham o discurso do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, esta manhã na conferência de Copenhaga. Os líderes mundiais tentam romper o impasse, a escassas horas do encerramento do encontro. Foto: Ints Kalnins/Reuters

Vários países já disseram o que estão dispostos a fazer para combater as alterações climáticas
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O Japão apresentou esta quarta-feira as suas metas de redução de emissões de gases com efeito de estufa (GEE) até 2020. Críticos receiam os efeitos da escassa ambição de Tóquio nas negociações da ONU para o sucessor do Protocolo de Quioto contra as alterações climáticas.

O quinto maior emissor de GEE do planeta tem estado sob pressão dos países em desenvolvimento para ir mais longe na sua redução de emissões até 2020, para mostrar liderança nas negociações para um novo protocolo em Dezembro.

Mas o primeiro-ministro Taro Aso, enfrentando umas eleições dentro de poucos meses, viu-se obrigado a equilibrar o combate contra as alterações climáticas com as necessidades da indústria e com as exigências dos eleitores, num momento em que o país atravessa a pior recessão desde a II Guerra Mundial.

A meta de 2020 é equivalente a uma redução de oito por cento a níveis de 1990. No âmbito do Protocolo de Quioto, o Japão comprometeu-se a reduzir seis por cento (para o período 2008-2012).

“É uma meta extremamente ambiciosa que pretende conseguir 33 por cento de melhorias na eficiência energética”, considerou Aso em conferência de imprensa.

Mas as organizações ambientalistas não ficaram muito impressionadas. “Não há qualquer esforço para transformar a economia”, disse Jennifer Morgan do grupo ambientalista E3G. “Não estão a inspirar a China e outros países em desenvolvimento para irem mais longe”.

O Partido Democrático, o maior partido da oposição no Japão, considera que são desejáveis reduções de emissões na ordem dos 25 por cento a níveis de 1990. “Será esta uma verdadeira política que vai combater as alterações climáticas?”, questionou o líder daquele partido, Yukio Hatoyama. “Quero que o Japão, como potência tecnológica, mostra mais liderança”.




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