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Barack Obama está mais “optimista” sobre o papel dos Estados Unidos na luta climática

Agências, 5 de Junho de 2009

Obama fez estas declarações durante uma conferência de imprensa com Merkel
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Jornalistas acompanham o discurso do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, esta manhã na conferência de Copenhaga. Os líderes mundiais tentam romper o impasse, a escassas horas do encerramento do encontro. Foto: Ints Kalnins/Reuters

Vários países já disseram o que estão dispostos a fazer para combater as alterações climáticas
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O Presidente norte-americano, Barack Obama, disse hoje estar mais “optimista” do que antes sobre o papel dos Estados Unidos na luta contra as alterações climáticas, durante uma conferência de imprensa na Alemanha.

Os Estados Unidos estão prontos para se juntarem à Europa “que, nestes últimos anos, esteve à nossa frente nesta matéria”, acrescentou.

A proposta que Washington tem na mesa é uma redução de gases com efeito de estufa de 17 por cento, a níveis de 2005, até 2020. Apesar de não satisfazer ambientalistas, é já considerada um avanço em relação à anterior administração Bush que se recusou a ratificar o Protocolo de Quioto.

Ainda durante a conferência de imprensa na cidade de Dresden, com a chanceler alemã Angela Merkel, Obama reconheceu que será difícil convencer os países menos ricos a comprometer-se. “Será muito difícil para nós persuadirmos países que são menos ricos, como a China, de que é preciso controlar as emissões de carbono”, disse Obama.

Anteontem, o enviado especial norte-americano para as alterações climáticas, Todd Stern, anunciou que Washington está a tentar um acordo com Pequim para incentivar o resto do mundo. O acordo, disse, irá promover os esforços para conseguir um protocolo sucessor de Quioto, que expira em 2012.

"A China pode não ser o alpha e o ómega das negociações internacionais, mas anda lá perto", comentou Stern num discurso no Centre for American Progress, noticiou o "The Guardian".

Países pobres precisarão de cem mil milhões de euros por ano até 2020

Os países pobres vão precisar de cem mil milhões de euros por ano, até 2020, para conseguirem lutar contra as alterações climáticas, revela hoje um relatório destinado aos ministros das Finanças da União Europeia.

O relatório, a que a Reuters teve acesso, pretende apoiar os ministros antes de um encontro na terça-feira no Luxemburgo onde vão tentar chegar a um acordo sobre a abordagem que a União Europeia quer levar à conferência de Copenhaga, em Dezembro.

A questão crucial em Copenhaga será conseguir o financiamento necessário, capaz de persuadir os países em desenvolvimento a reduzirem as suas emissões de gases com efeito de estufa e adaptarem-se a um problema que, dizem, foi causado pelos países ricos.

O investimento anual de cem mil milhões de euros incluirá medidas para parar a destruição das florestas tropicais e reduzir as emissões da agricultura, segundo o relatório elaborado pelo Comité para a Política Económica e pelo Comité Económico e Financeiro da União Europeia.

Este esforço precisa de ser “escalonado gradualmente, a partir de Copenhaga”, considera o relatório.




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