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Canadá quer chegar a acordo climático com administração Obama

Reuters, 12 de Fevereiro de 2009

Os Conservadores acordaram, com a administração Bush, que não seria praticável cumprir as metas de Quioto
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Jornalistas acompanham o discurso do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, esta manhã na conferência de Copenhaga. Os líderes mundiais tentam romper o impasse, a escassas horas do encerramento do encontro. Foto: Ints Kalnins/Reuters

Vários países já disseram o que estão dispostos a fazer para combater as alterações climáticas
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O Governo conservador canadiano afirmou hoje que pretende chegar a acordo relativamente às alterações climáticas com a administração Obama, nas vésperas de uma cimeira em Otava entre o Presidente norte-americano e o primeiro-ministro canadiano Stephen Harper.

“Penso que a eleição do Presidente Obama representa uma grande oportunidade para trabalharmos juntos”, disse o ministro do Ambiente Jim Prentice aos jornalistas.

Os Conservadores acordaram, com a administração de George W. Bush, que não seria praticável cumprir as metas do Protocolo de Quioto de redução das emissões de gases com efeito de estufa (GEE). Mas Prentice considera que agora o cenário mudou, devido à administração Obama mais “aberta” relativamente às alterações climáticas.

“Na verdade, é a altura certa para explorar as possibilidades que possam existir com uma administração norte-americana mais aberta, com a esperança de que cheguemos a alguma espécie de acordo relativamente a um sistema de comércio e tecto de emissões norte-americano”, declarou o ministro canadiano do Ambiente no Comité de Ambiente da Casa dos Comuns.

De início, os Conservadores resistiram a este conceito mas prometeram na sua campanha de reeleição, em Outubro, que iriam apoiar um sistema que abrangesse a América do Norte.

Prentice reconheceu, aos jornalistas, que esse sistema iria impor custos significativos à indústria. “Mas penso que a nossa economia e o nosso ambiente estão tão integrados que não podemos ter políticas energéticas e ambientais divergentes no Canadá e nos Estados Unidos”.




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