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11 Feverreiro 2026 - 15h46
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As descobertas e as ameaças da viagem de Tintim pelo Oriente
Por Ana Filipe Gaspar

O túmulo de Kih-Oskh encerra um mistério que Tintim tenta desvendar. Será que o jovem repórter e Milu vão regressar depois de entrarem no mausoléu do faraó?

Quando Tintim, a bordo de um paquete, examina um mapa e assinala alguns pontos de passagem, desconhece a teia de enigmas e perigos em que se vai envolver. Suez, Aden, Bombaim, Singapura, Hong Kong e Xangai são os destinos previstos para a viagem do repórter belga e do seu fiel companheiro Milu pelo Oriente, mas subitamente os seus planos são alterados.

Inspirado pela maldição do túmulo de Tutankhamon, Hergé escolheu como ponto de partida para Os Charutos do Faraó a descoberta do mausoléu de Kih-Oskh e contou com a intervenção do professor Philémon Ciclone para dar início a uma história repleta de mistério. Cronologicamente, o sábio egiptólogo aparece primeiro do que o professor Girassol nas aventuras de Tintim e, tal como ele, é muito distraído. Ciclone traz consigo um mapa da sepultura do faraó e partilha com o jovem repórter a sua arriscada missão – todos os arqueólogos que partiram para encontrar este túmulo nunca regressaram. De imediato, o símbolo do faraó intriga Tintim e esta é a sua primeira pista para desvendar a intriga.