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“Orza a Babor” vence Prémio Eixo-Atlântico
O Prémio de Narrativa Eixo Atlântico/PÚBLICO/LaVoz de Galicia relativo a 2005 foi atribuído ao romance Orza a Babor, do historiador e ficcionista galego Hixinio Puentes. O júri, que decidiu por maioria, integrou o romancista Xosé Caneiro, o escritor e editor Ramón Pernas, Teresa Porto, em representação do Ámbito Cultural, uma das instituições galegas que patrocina o prémio, e ainda, pelo lado português, os escritores e ensaístas Pedro Eiras e Isabel Rio Novo e, representando o PÚBLICO, Luís Miguel Queirós. O prémio tem o valor pecuniário de 18 mil euros e assegura a publicação da obra seleccionada nos idiomas português, galego e castelhano. O último vencedor, recorde-se, foi o escritor galego Bernadino Graña, em 2003, com o romance Proto-evangelho do Neto de Herodes, já que em 2004, por decisão unânime do júri, o prémio não foi atribuído.
Nascido em 1952, em Porto do Barqueiro, no norte da Galiza, o historiador Hixinio Puentes estreou-se como romancista em 2000, com O Bandido Casanova, que venceu o Prémio Pastor Díaz, e publicou recentemente o romance Aguillóns de Ortegal (2005). Orza a Babor, o original escolhido pelo júri do Prémio de Narrativa Eixo Atlântico, é um romance histórico localizado na segunda metade do século XVII, e cujos principais cenários são as chamadas Ilhas do Canal, entre o canal da Mancha e o golfo de Saint-Malo, e as Caraíbas. Hixinio propõe-nos uma biografia romanceada do flibusteiro francês Monbars, dito “O Exterminador”, cuja existência histórica nunca foi definitivamente estabelecida, mas que teria ascendência aristocrática e que se celebrizou quer pela protecção que dispensaria aos indígenas das Caraíbas, quer pelo ódio que nutria aos espanhóis. “Orza a Babor” é uma expressão náutica, traduzível por “Orçar a bombordo”, isto é, voltar a proa a bombordo quando é desta direcção que sopra o vento. Na sua declaração, o júri do Prémio Eixo-Atlântico destacou o ritmo da obra, que recorda a tradição dos romances de aventuras passados no mar, e salientou ainda o modo como este livro devolve o leitor aos ambientes litorais, que escasseiam na narrativa contemporânea.
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O Prémio de Narrativa
Eixo Atlântico/PÚBLICO/LaVoz de Galicia
O Prémio de Narrativa Eixo Atlântico/PÚBLICO/LaVoz de Galicia relativo a 2005 irá ser atribuído durante o próximo mês de Março. O júri deste ano integra os escritores e ensaístas Pedro Eiras e Isabel Rio Novo, e ainda, em representação do PÚBLICO, Luís Miguel Queirós. Do lado galego, o júri é composto pelo romancista Xosé Caneiro, pelo escritor e editor Ramón Pernas e por Teresa Porto, esta em representação do Ámbito Cultural, uma das instituições que patrocina o prémio. A reunião do júri será secretariada pelo Director de Opinião de La Voz de Galicia, Ernesto Sánchez Pombo, aqui em representação da Fundación Santiago Rey Fernández-Latorre.
O prémio tem o valor pecuniário de 18 mil euros e assegura a publicação da obra seleccionada nos idiomas português, galego e castelhano. O último vencedor do prémio foi o escritor galego Bernadino Graña, em 2003, com o romance Proto-evangelho do Neto de Herodes. Em 2004, por decisão unânime do júri, o prémio não foi atribuído.
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