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Obama quer acordo "operacional" em Copenhaga

17 de Novembro de 2009

Alterações climáticas estiveram na agenda do encontro hoje de Obama com Jintao
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Jornalistas acompanham o discurso do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, esta manhã na conferência de Copenhaga. Os líderes mundiais tentam romper o impasse, a escassas horas do encerramento do encontro. Foto: Ints Kalnins/Reuters

Vários países já disseram o que estão dispostos a fazer para combater as alterações climáticas
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O Presidente norte-americano, Barack Obama, disse hoje que a cimeira de Copenhaga deve chegar a um acordo com “efeitos imediatamente operacionais”, e não apenas a uma declaração política. A afirmação surge na sequência de um encontro, hoje, de Obama com o seu homólogo chinês, Hu Jintao, em Pequim, no âmbito da visita do Presidente norte-americano à China.

Obama tinha já dado o seu apoio à ideia de estender ao longo de 2010 as negociações para um novo tratado climático, legalmente vinculativo, para substituir o Protocolo de Quioto. Mas hoje deu sinais que quer mais do que uma mera declaração de intenções na cimeira da Nações Unidas sobre alterações climáticas, em Dezembro, em Copenhaga. “O nosso objectivo (...) não é um acordo parcial ou uma declaração política, mas sim um acordo que cubra todos os pontos das negociações e que tenha efeitos operacionais imediatos”, afirmou Obama, numa conferência de imprensa conjunta com Hu Jintao.

“Estamos dispostos a trabalhar para um sucesso em Copenhaga”, disse o Presidente dos Estados Unidos. “Concordámos que cada um de nós tomará medidas para reduzir significativamente [as emissões de gases com efeito de estufa] e respeitará esses compromissos”, acrescentou. A China e os Estados Unido, juntos, respondem por cerca de 40 por cento das emissões mundiais de gases com efeito de estufa, que estão a aquecer o planeta.

A cimeira de Copenhaga deveria ser conclusiva quanto a um novo tratado climático pós-Quioto, a entrar em vigor em 2013. Mas a possibilidade de ser um encontro decisivo ficou definitivamente afastada desde que vários países admitiram que é preciso mais tempo para as negociações. As Nações Unidas esperam um resultado final em meados de 2010, mas a Dinamarca – que presidirá a cimeira de Copenhaga – fala de mais um ano de discussões. Um dos principais obstáculos é a incapacidade de Obama assinar um novo pacto mundial antes de o Senado aprovar uma lei climática interna, fixando as balizas de até onde o Presidente pode avançar no cenário internacional.

A Dinamarca espera que, em Dezembro, seja assinado um acordo político de cinco a oito páginas, com anexos nos quais estariam já fixados os compromissos que cada país assumirá para conter as suas emissões.




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