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China tem que reduzir cinco por cento da sua intensidade carbónica

Agências, 12 de Novembro de 2009

Em 2030, mais de metade da nova procura energética deverá ser satisfeita por energia de baixo carbono
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Jornalistas acompanham o discurso do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, esta manhã na conferência de Copenhaga. Os líderes mundiais tentam romper o impasse, a escassas horas do encerramento do encontro. Foto: Ints Kalnins/Reuters

Vários países já disseram o que estão dispostos a fazer para combater as alterações climáticas
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A China terá de reduzir, todos os anos, a quantidade de gases com efeito de estufa que emite por unidade do seu Produto Interno Bruto (PIB) – intensidade carbónica – entre quatro e cinco por cento, em relação aos níveis de 2005, noticia hoje o “China Daily”. Só assim conseguirá cumprir os seus objectivos em 2050.

O diário cita as propostas dos peritos do Conselho chinês sobre a cooperação internacional para o Ambiente e desenvolvimento, um centro governamental de investigação. Estas propostas deverão ser apresentadas amanhã ao primeiro-ministro Wen Jiabao, antes da cimeira climática de Copenhaga (de 7 a 18 de Dezembro).

Segundo os peritos, a China precisa de reduzir a sua intensidade carbónica entre quatro e cinco por cento ao ano se quiser cumprir os seus objectivos em 2050, ou seja, uma redução entre os 85 e os 90 por cento.

“Em 2030, mais de metade da nova procura energética deverá ser satisfeita por energia de baixo carbono. Em 2050 toda a nova energia deve ser limpa”, acrescenta o jornal.

Além disso, “a tecnologia de captura e armazenamento de carbono deve ser promovida em 2030”.

O “China Daily” salienta que esta é a primeira vez que a China, a terceira economia mundial, avança propostas concretas em matéria de luta contra as alterações climáticas, depois do discurso do Presidente Hu Jintao na sede da ONU, Nova Iorque, em Setembro. Nessa altura, Jintao comprometeu-se a reduzir o aumento das emissões de dióxido de carbono do seu país por unidade do PIB “de forma notável” até 2020. No entanto, não precisou números.

A questão da luta contra as alterações climáticas será um dos temas fortes da visita do Presidente norte-americano Barack Obama, a partir de 15 de Novembro, à China.




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